NELAS VEJO MINHA ALMA

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

As cartas são Eternas


AS CARTAS SÃO ETERNAS
– Desde que Pero Vaz de Caminha escreveu ao rei de Portugal avisando que a expedição de Pedro Álvares Cabral havia chegado a “uma terra em que se plantando tudo dá”, uma carta transformou-se na certidão de nascimento do Brasil.
Este é apenas um caso em que cartas registraram e até mudaram momentos que não seriam esquecidos.
Elas estão no imaginário popular, na gênese da literatura moderna, no cinema, na música.
Náufragos e apaixonados, aventureiros e monges, suicidas e imperadores fizeram uso da carta para expressar seus anseios, suas dúvidas, seus planos, seu desespero.
Na literatura, os romances epistolares, compostos por cartas, produziram obras-primas, como “Os Sofrimentos do Jovem Werther”, de Goethe, “Drácula”, de Bram Stocker.
Edgar Allan Poe revolucionou o gênero policial com o conto “A Carta Roubada”. No cinema, as cartas são elementos vitais de produções como
“Nunca Te Vi, Sempre te Amei”, “O Carteiro e o Poeta” e “Central do Brasil.” (Eugenio Santana – copy-desk)

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